• Parte dos funcionários do setor de celulares ficará afastado do trabalho por 10 dias, segundo Sindicato dos Metalúrgicos

Surto da doença impactou importações e causou desabastecimento de peças.

Fábrica da LG Eletronics em Taubaté, SP Fábio França/G1 O avanço dos casos de coronavírus causa reflexos econômicos e afeta empresas na região.

A partir desta segunda-feira (2), cerca de 200 funcionários da fábrica da LG Eletronics em Taubaté (SP) entram em férias coletivas por causa da falta de peças para produção de celulares.

Segundo o Sindicato dos Metalúrgicos, a medida afeta parte dos funcionários do setor, que ficarão afastados por cerca de 10 dias por falta de componentes para produção.

As peças são de origem chinesa e as fabricantes não estão funcionando devido à epidemia da doença no país oriental.

A epidemia do novo coronavírus já deixou mais de 2 mil mortos no mundo.

A China registrou quase 80 mil casos do vírus desde o início do surto.

Ele se espalhou para mais de 50 países, mas a grande maioria das infecções e mortes ocorre na China, onde o vírus surgiu no final do ano passado.

O Brasil tem dois casos confirmados, 252 suspeitos e nenhum óbito, segundo o Ministério da Saúde.

A LG Eletronics tem cerca de mil funcionários na fábrica no Vale do Paraíba.

Na unidade, são produzidos celulares e monitores.

Procurada pelo G1, a LG manteve o posicionamento enviado no início de fevereiro em que "considera um risco potencial de parada na produção, no mês de março, em sua unidade fabril de celulares, localizada em Taubaté".

A empresa informou ainda que monitora a situação com o objetivo de minimizar os impactos para os clientes e colaboradores.


Fonte: Central de Jornalismo

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