A Polícia do Guarujá trabalha de forma diligente para entregar os três bandidos à Justiça

Ainda sob luto, a família, parentes e amigos da advogada Virgina Tavares Ferraz Ramos, esposa do professor Claudio Fernando, ex-candidato ao Governo do Estado de São Paulo, testemunha, junto com a população do Guarujá, o trabalho preciso, diligente, operacional e resolutivo da Polícia Militar do Estado de São Paulo e da Polícia Civil do Estado de São Paulo.

Ainda durante o período do crime um primeiro suspeito de participação no latrocínio, roubo seguido de morte, foi preso pela PM.

Um município com 330 mil habitantes, quase 90 bairros cadastrados,  várias portas de entradas e saídas, torna a tarefa ainda mais complexa para casos dessa natureza.

Mas, mesmo sob fortes adversidades, na luta contra o tempo, porque crimes dessa ordem precisam de soluções o quanto antes, os dias vão se passando e jogando em desfavor da obtenção de provas, da prisão de suspeitos e da solução definitiva por parte da polícia para entregar os criminosos à Justiça, um segundo suspeito foi preso horas depois do primeiro.

O crime ocorreu na tarde de terça-feira, dia 03, quando Virginia, segundo as informações repassadas à imprensa até o momento, após sair do banco, chegava em seu comercio localizado na Av: Miguel Alonso Gonzales no Bairro Astúrias, quando foi intimidada pelos bandidos armados. Um deles disparou tiros contra Virgínia, acertando dois tiros.

Ela foi socorrida em estado gravíssimo e levada às pressas para o Hospital Santo Amaro, mas, não resistiu ao procedimento cirúrgico, tendo paradas cardiorrespiratórias. Veio a óbito.

Toda cena do crime a que foi submetida foi presenciada pelo seu pai, Sr Walter Antonio Ramos, que enfrentou um dos criminosos e conseguiu detê-lo, Carlos Eduardo Silva foi preso pela PM. Já está sob tutela do Estado no Centro De Detenção Provisória De São Vicente (CDP), segundo a Policia Civil

O segundo suspeito, Manuel Rogério Duarte da Silva, preso pela Força Tática da PM no bairro da Enseada, foi conduzido à Delegacia de Polícia Civil e confessou também a sua participação direta e efetiva no crime. A prisão temporária já foi decretada pela Justiça, dura 30 dias, podendo ser renovada por mais 30 dias ou até transformada em prisão preventiva, ou seja, sem prazo para deixar a cadeia.

Ainda há um terceiro suspeito, mas, a investigação policial está ouvindo testemunhas, usando recursos tecnológicos e imagens do sistema de monitoramento por câmera para identificar.

À julgar pela destreza com que as forças da Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo estão atuando, há expectativas de que nas próximas horas haja uma nova prisão e o crime seja decididamente elucidado.

É um trabalho de tempo de primeiro mundo com precisão cirúrgica. O crime está perdendo a guerra, jamais prosperará.

A família espera pelos resultados, acompanha de perto, segundo policiais ouvidos, e a população, atônita, aguarda o desfecho dessa terrível história que vitimou uma cidadã de bem, uma honrada família inteira do Guarujá

PS) Atualização às 23h30min.
Esperamos efetivamente pelo esclarecimento sobre todas as circunstâncias do crime, já que há versões controversas na imprensa, com canais distintos dizendo versões diferentes. O Espaço está aberto caso a família queira se manifestar.

Nosso profundo respeito a todos.

Fonte: Portal G7

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